BIO

Rafael Daguerre é um fotojornalista que reside e trabalha no estado do Rio de Janeiro.

É conhecido por seu trabalho em questões sociais brasileiras, com documentação de movimentos sociais e mobilizações populares por justiça.

Com trabalhos em jornais e revistas alternativas, ingressa no ano de 2009 na fotografia jornalística. Em 2011 inicia, de forma autodidata, trabalhos com a linguagem audiovisual, resultando em participação de documentários curtas-metragens. Entre participação e realização são mais de dez documentários curtas-metragens e médias-metragens.

Nesse período são inúmeros trabalhos de cobertura de manifestações populares; participação em projetos sociais com temas como racismo, gênero e a causa indígena; e videorreportagens com denúncias de injustiças sociais.

O curta-metragem Maraká’nà é parte desse processo, ele conta a história de três locais na região do Maracanã que lutaram contra as remoções para a realização da Copa do Mundo no Brasil (2014) e Olimpíadas (2016) no Rio de Janeiro.

“Se suas fotos não são boas o suficiente, você não está perto o suficiente”, Robert Capa, um dos mais célebres fotógrafos de guerra do século XX.

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A partir da perspectiva de um fotojornalismo independente, que tem como um de seus pilares a liberdade e autonomia de pauta, Rafael funda em 2016 a Mídia1508, um canal de comunicação alternativa. Em seguida, em 2017, passa a colaborar com a Mostra do Filme Marginal, projeto que visa valorizar e divulgar o cinema independente brasileiro.

Livros e Prêmios

Com importante trabalho no ano de 2013, registrando os grandes protestos daquele ano, Rafael foi convidado a ilustrar livros como “2013 – Revolta dos Governados“, de Wallace de Moraes, e “2013: Memórias e Resistências“, de Camila Jourdan.

Em 2020, no 37° Prêmio de Direitos Humanos de Jornalismo, o filme A Confederação dos Tamoios: A Última Batalha, do diretor argentino Carlos Pronzato, foi premiado na categoria documentário – no qual foi editor e montador.

O fotojornalismo independente surgiu na França após a II Guerra Mundial. O objetivo era ter liberdade de pauta, discutir os trabalhos realizados, se aprofundar nas reportagens e sobretudo lutar pelos direitos autorais e a posse dos negativos originais.
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Rio de Janeiro, Brasil
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